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Bar Siri com Toddy

Pratos e sabores de tradição Caiçara, assim pode-se definir o cardápio, o atendimento e o aconchego do Bar Siri com Toddy aqui na Prainha Branca.

Um Ambiente aconchegante, confortável e um ótimo local para receber o Turista Praiano.

Os chefes da casa preparam os pratos com o maior carinho e higiene, garantindo assim qualidade, a estrutura se ocupa de dar um show de simplicidade e interação com a Natureza, podendo assim degustar cada refeição com uma linda vista para o Mar.

A ideia do Siri com Toddy é a integração da Cultura, natureza e bom gosto.

Os pratos são elaborados para atender todos os tipos de paladares, além dos pratos rápidos como o famoso PF, servem-se também pratos especiais como camarão na Moranga, Peixe ao Alho, ao molho de Alcaparras, Indiano, além de uma variedade de pratos e porções.

Especiarias gastronômicas e únicas na Prainha.

Indicamos também a Caipirinha especial com leite fermentado servida no Bar.

O Bar Siri com Toddy fica localizado no canto direito da Prainha Branca e tem como saudação (Foto) uma mensagem direta da preocupação dos proprietários com o Meio ambiente e a preservação da própria Prainha Branca, a preocupação com a Limpeza da Praia e do meio em que vivemos.

Saudações Caiçara,

Siri com Toddy

Foto da Entrada do Bar Siri com Toddy

Prainha Branca é lição de vida!

Vista do Bar Siri com Toddy

A Prainha Branca é um desses lugares.

Natureza imponente, pura, viva, daquelas que te fazem parar e pensar que realmente algo divino existe no mundo; esta é só uma das sensações poéticas que a Prainha Branca pode trazer.

Mas é também um dos locais onde se aprende a quem sabe observar ou convive o social da comunidade, um valor básico, e que infelizmente nas grandes megalópoles perdeu-se no tempo, perdeu-se no caos da sobrevivência desta grande aglomeração urbana.

Vista do Bar Siri com Toddy

 

Já disse em seus pensamentos o Grande Amyr Klink: – “Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

E partindo deste pensamento, posso falar com certa autoridade, a experiência única e transformadora de se aprender sobre uma comunidade.

Viajar expressa o ato de conhecer lugares, pontos, a história, a geografia e os costumes de um lugar.

E passar a viver em uma viagem.

É  poder também fazer uma viagem pra dentro de si, e agregar novos valores.

A Prainha Branca é um desses lugares.

Natureza imponente, pura, viva, daquelas que te fazem parar e pensar que realmente algo divino existe no mundo; esta é só uma das sensações poéticas que a Prainha Branca pode trazer.

Mas é também um dos locais onde se aprende a quem sabe observar ou convive o social da comunidade, um valor básico, e que infelizmente nas grandes megalópoles perdeu-se no tempo, perdeu-se no caos da sobrevivência desta grande aglomeração urbana.

Irmandade; o substantivo feminino que pode definir a maior lição social que a Prainha Branca e outras comunidades Caiçara podem agregar as pessoas.

Este conceito de irmandade pode ser observado nesta vila caiçara que construiu suas raízes e sua história em uma união ímpar com o único propósito de manter ali sua cultura e união.

Um lugar onde se aprende que ajudar o próximo, respeitar o meio ambiente, respeitar os mais velhos e as crianças são lições básicas.

Um lugar onde se aprende e prova-se que juntos, constrói-se um caminho melhor… esta é uma alusão à revitalização da trilha de acesso hoje feita de pedras, que foi construída através do esforço e o suor de seus moradores.

Um esforço comunitário que é a prova de que sozinho; ninguém constrói um caminho sólido.

Outros tantos exemplos deste esforço podem ser esboçados, desde as compras do Supermercado que chegam através das pequenas lanchas e que alguém sempre ajuda a descarregar, até no esforço de ajudar alguém enfermo.

Basta apenas sentar-se a beira mar e observar atentamente o vai e vem de seus moradores.

Esta Praia pode de forma profunda tocar um bom observador, ensinar valores que os livros não podem citar; modificar o seu modo de ver a vida e a sua convivência em sociedade, que podem mudar seu comportamento, esta praia pode ensinar todos os dias uma nova lição.

Um profundo pensamento intimo que descreve o lado filosófico e prático, perdido nos dias de hoje.

Lições humanitárias aprendidas na bela Prainha Branca.

 

Por Beth Mello

Referencia Amyr Klink – Fonte: http://pensador.uol.com.br/viajar/

Pousada Lip Point

(13) 33056125 / 97544047

A Toca da Garoupa – Bar e Camping

Olá Pessoal!

Que tal um lugar tranquilo junto a natureza? Esse e o Camping A Toca da Garoupa.

Visite nosso site www.atocadagaroupa.com.br e conheça os nossos Quartos no Chalé A Toca !

Aguardamos a sua presença a este santuário ecológico. Faça já a sua reserva!

Aloha!

A Toca da Garoupa

dora@atocadagaroupa.com.br

11.97670.7344 (Dora)
11.967570735 (Harum)

Slackline

Molecada arrebenta!

Depois do campeonato que rolou a molecada levou a serio e Djalma e Vinicius Mota já mostram toda força na fita. Confira as fotos!

Pascoa Surf Reggae

Laricas Point – Praia Branca – Guarujá – SP

Apresenta: TRIO DA LUA
Bandas ao Vivo 06/07/08 de Abril 2012

1º Encontro Slackline no Litoral – Arte do equilibrio

Laricas Point – Praia Branca – Guarujá – SP

Apresenta:1º Encontro Slackline no Litoral

Apartir das 13 Horas dos dias 06/07/08 de 2012

Deivid Silva 2ª temporada no Havai

 Neste ultimo Natal o Atleta Deivid Silva, local da Praia Branca – Guarujá, viajou para sua segunda temporada Havaiana. 

Pegou os melhores e mais conhecidos picos como a famosa onda de Waimea.

Em breve um galeria com as ondas da temporada.

Surfe

Na Branca

Picos: Canto Esquerdo, lagoa, Campo, Larica’s point e Escolinha

Ondulação: Leste

Surfistas locais:

Marco Aurélio, Cleiton Silva, Valclei Lemos, Alexandre (Alemãozinho), Lucas Felipe, Markus Harum, Diego Rosas, Marcos Vinicius,  Deivid Silva, Marco Lima, Guilherme Lima e Eduardo (Dudu) entre outros!

Galeria

 

Praia Branca

Praia Branca - Guarujá

Ela é considerada uma das orlas mais bonitas do litoral paulista e do Brasil. Situada na reserva ambiental da Serra do Guararu (Guarujá), Praia Branca (o nome deve-se a cor de suas areias) já começa a se destacar na região por ser isolada.

O acesso ao “paraíso escondido” é feito por uma trilha pela mata atlântica de cerca de 20 minutos que parte da balsa de Bertioga. Nela há lanchonetes caso seja necessária uma parada estratégica. Outra opção é fazer o caminho de barco. Clique em Serviçois

Comunidade Caiçara

A palavra “caiçara” tem origem tupi-guarani. Caa significa pau, mato; içara quer dizer armadilha. Caiçara é um tipo de proteção feita de galhos e varas que os índios usavam em volta de suas casas ou para pescar. Com o tempo, a palavra passou a ser usada para identificar esse povo que leva uma vida moldada pelo mais diversificado e recortado trecho litorâneo do país. O território caiçara se estende desde a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, até o norte de Santa Catarina, incluindo o litoral de São Paulo e do Paraná. Inicialmente designava apenas a indivíduos que viviam da pesca de subsistência. Mais tarde, o termo caiçara veio designar diversos itens de cunho cultural no litoral brasileiro, mais precisamente no sul e sudeste.

As comunidades caiçaras nasceram a partir do séculoXVI da miscigenação de brancos de origem portuguesa com grupos indígenas das regiões litorâneas do estado de São apulo (Tupinambás) e do oeste fluminense. Também houve o aporte de negros libertos que se afastaram das influências das áreas urbanas (cidades e vilas).

As populações tradicionais caiçaras têm tido, cada vez mais, seu modo de vida  alterado irreversivelmente com o contato e à exposição direta com uma cultura diversa que se sobrepõe cada vez mais à sua, os jovens caiçaras são os mais vulneráveis a incorporar o que os meios de comunicação, turistas e moradores de áreas urbanas colocam como padrão de práticas culturais e sociais.

Na comunidade caiçara da Prainha Branca, localizada no município do Guarujá, em São Paulo, a realidade é essa: milhares de turistas todos os anos. O contato diário demuitos moradores com áreas urbanas , rádio e televisão presentes desde a chegada da energia elétrica, em 1982. Diante da modernidade, sua cultura, suas práticas, costumes, valores e seu modo de vida tradicional, acabam sendo subjugados, até mesmo por seus jovens locais, entre os quais alguns nem sequer se reconhecem como caiçaras.

Como agravante dessa situação de metamorfose de sua identidade, que relega diversos aspectos de sua cultura à memória, e que deixam de existir na prática, destacamos o perigo que essa população corre de perder suas terras caso essa identidade seja diluída, num contexto em que autoridades poderiam, futuramente, deixar de reconhecê-los como caiçaras, já que parte considerável dos jovens locais está migrando para as cidades e/ou não se auto-identifica como caiçara, sobretudo em situação em que a identidade deveria ser ainda mais presente, revelando-se como resistencia à especulação imobiliária presente nessa área do litoral paulista .

Os condomínios luxuosos instalados nas praias de Iporanga, São Pedro e Taguaiba,  são um exemplo do que tem acontecido em todo litoral, com a remoção das Comunidade Caiçara, privatização das  praias, violação do direito de ir e vir das comunidades do entorno .

A Política Ambiental implementada na região desconsidera historicamente a presença das comunidades nos seus territórios, proibindo-as de manter práticas tradicionais como plantar e pescar e até mesmo construir ou reformar suas moradias, através de uma estratégia de intervenção incompatível com as possibilidades de manejo sustentável da biodiversidade na Mata Atlântica.

Com o fim da pesca como principal atividade de sustento dos habitantes da Prainha Branca, temos que buscar  pontos que continuem identificando essa população como caiçara, especialmente no contexto de uma comunidade cada vez mais integrada aos valores urbanos que caracterizam nossa sociedade atual. A resposta poderia ser seu vínculo com o mar, de caráter fundamentalmente simbólico, e a manutenção de certos elementos culturais próprios, como suas festas, lendas, músicas e artesanatos tradicionais, a prática do mutirão, as decisões comunitárias , entre outros elementos. Um dos pontos de unidade da população da Prainha Branca, além de certos elementos culturais e sociais próprios, cada vez mais relegado ao passado, é a luta pelo direito sobre suas terras, das quais se apossaram há muito tempo. Vemos a incorporação de alguns valores modernos como algo bastante arriscado para a manutenção de tal luta.